Organização da produção mundial, web semântica, 3.0 e a entrega de conteúdo relevante

October 20th, 2009

Que relevância de conteúdo é a bola da vez, disso já se fala há muito tempo, é chover no molhado mesmo. Mas a discussão que quero levantar aqui é: de quem é a responsabilidade de organizar todo conteúdo jogado na web até agora? O fenômeno web 2.0 já passou e ninguém viu. O que faremos com todo esse conteúdo produzido?

Tendo em vista que a busca pelo conteúdo relevante já é uma prática que vem do usuário, em que ele vai atrás de vídeos, posts e fotos que lhe agradam mais, quando a web vai entender seus anseios e apresentar primeiramente resultados referentes a um determinado perfil de navegação?

Enquanto a web semântica não chega, ou seja, uma padronização que ajude tanto humanos quanto computadores a organizar o conteúdo e entregá-lo de forma relevante ao usuário final o que podemos fazer com relação a este assunto? O Google tem a informação na mão, mas será que é dele a responsabilidade de organizar e difundir isso? Seriam os veículos? Nós criativos? Algum órgão do governo?

Acredito muito em fenômenos emergentes e acho que não estamos à altura de ditar quem vai fazer o quê no meio digital hoje. O que podemos é tomar parte deste fenômeno e fazer alguma coisa de útil. Isso sim pode partir de qualquer um.

Já temos conteúdo suficiente para agruparmos por tags, assuntos ou perfil de usuário, basta ser criativo e saber como entregar isso de forma pertinente. O que fazemos hoje quando queremos ver filmes das copas passadas de futebol? Uma opção é ir até o acervo da Globo ou procurar “copas” no You Tube. Mas se deu vontade de ler sobre esse assunto, lá vou eu no Google atrás de blogs, assim ocorre com fotos no Flickr etc.

O que se pode fazer são agregadores de API’S para que o usuário tenha tudo na mão em tempo real e de forma organizada.

Imagine o exemplo da copa, se tivéssemos um site que reunisse todos os resultados do Twitter pela tag “#Copa”, os vídeos do You Tube, as imagens do Flickr, as notícias relacionadas e mais comentadas etc.

Divulgaríamos esse site por perfil de navegação uma vez que sabemos que na proximidade deste evento a busca pelo assunto aumenta significativamente e então apresentaríamos ele às pessoas que digitassem “copa do mundo” nos buscadores, por exemplo.

Parece óbvio e até já temos alguns sites e aplicativos que fazem isso. Mas poderíamos comprar essa idéia e tentar viabilizar cada vez mais esse fenômeno, sem precisarmos estimular a colaboração ainda mais, pois isso já está implícito na cultura digital de cada um de nós. Acredito na bandeira da organização e entrega de conteúdo relevante de todo processo colaborativo que houve e que ainda está acontecendo.

Volto à pergunta: de quem é essa responsabilidade?

Eu chuto uma resposta, penso que todos nós somos capazes de realizar isso e re-transformar a web novamente, como vem ocorrendo de tempos em tempos. A web semântica vem ai, logo os próprios computadores e sistemas serão capazes de organizar isso, mas podemos facilitar começando desde já.

Flavio Vidigal
Diretor de Criação Digital
www.flaviovidigal.com/onepage
www.flaviovidigal.com/ads

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Abaixo o Fordismo, vamos assumir a revolução pós-moderna, viva a teoria do caos.

August 10th, 2009

Como podemos aplicar isso em criação digital?

Será possível romper paradigmas que a muito se tem como verdade absoluta no ramo da produção em série? Como atuar em meio ao caos onde a ordem é interrompida a qualquer momento para decisões que podem afetar o resultado final de atitudes produtivas?

Durante a revolução industrial, onde a produção com base em processos mecânicos, a qual Chaplin já questionava em seus filmes, o pragmatismo tomava conta das atividades industriais e o futuro das grandes linhas produtivas estava fadado à repetição e ao sequencialismo de processos.

Via-se modelos pragmáticos de começo meio e fim que durante anos reinaram nas indústrias e ainda hoje são referência nas empresas.

O modelo de Henry Ford foi questionado pelos Asiáticos na década de setenta onde as empresas submetiam seus processos etapas periódicas que revisavam a produção, procurando novos formatos, adaptações e melhorias já impostas naquele momento.

E hoje? Como poderíamos adotar tal processo em nossos cotidianos? Existe um modelo fechado para a produção criativa, por exemplo?

O mundo esta cheio de referências para adotarmos novas maneiras de enxergar os meios, os próprios veículos já adotam certas “fórmulas” que envolvem tanto os modelos antigos de produção, quanto formatos atuais de interrupção metodológica, visando sempre prever possíveis barreiras, rediscutindo cada decisão, buscando sempre o melhor resultado.

Buscar a idéia independe de metodologias pragmáticas, ser criativo não é ser repetitivo, quem erra primeiro, acerta primeiro e esta sempre na vanguarda, não tenha medo de errar, busque sempre o inovador.

Fim da parte I,
aguarde continuação.

Flavio Vidigal
Diretor de Criação Digital

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RMG Connect ganha duas pratas no XV Prêmio ABEMD

June 13th, 2009

A RMG Connect ganhou duas pratas no XV Prêmio ABEMD de Marketing Direto, uma das mais importantes premiações do marketing direto nacional. Os dois cases premiados foram “Aporte Previdência Futuro Próspero”, na categoria Campanha/Programa, e “Otimização de Ofertas na ATM (caixa automático)”, em CRM/DBM com Campanha de Comunicação, ambos para o HSBC Bank Brasil.

O anúncio da classificação de cada case (troféu ouro, prata e bronze) foi feito na terça-feira durante a festa de premiação, que aconteceu em São Paulo, no HSBC Brasil. Cerca de 800 pessoas prestigiaram o evento.

A campanha de aporte, composta por 12 malas diretas segmentadas, tinha como objetivo estimular os clientes do HSBC a fazer uma contribuição adicional ao seu plano de previdência. A solução criativa foi mostrar que a aposentadoria pode ser muito próspera e ideal para fazer tudo aquilo que a pessoa sempre teve vontade, como ser um degustador de cervejas importadas ou uma frequentadora VIP de eventos culturais.

“Esta é a terceira vez consecutiva que a campanha de aporte desenvolvida pela RMG para o HSBC ganha o Prêmio ABEMD. A combinação de bom humor com informação segmentada é sucesso entre os clientes do banco e o mercado, garantindo à agência prêmios importantes como o ABEMD”, afirma o diretor-geral da JWT Curitiba, Fabio Miraglia.

Este foi o primeiro ano que a RMG inscreveu uma campanha de CRM/DBM no ABEMD e já foi premiada. A ação de otimização de ofertas nos caixas automáticos do HSBC se destacou pelo desenvolvimento de mecanismos que permitiram um controle mais eficaz e uma priorização das ofertas nos caixas automáticos, levando em conta a rentabilidade dos produtos e o perfil dos clientes.

Para a diretora de Inteligência de Marketing da RMG Connect, Suzanne Melo, a premiação reconhece a capacidade da agência de desenvolver para seus clientes soluções criativas e eficientes, que se sobressaem no mercado.

Ficha Técnica Aporte:

Cliente: HSBC Bank Brasil
Produto: Aporte Previdência
Agência: RMG Connect Curitiba
Direção de Criação: Mario D’Andrea, Fabio Miraglia
Supervisão de Criação: Luciane Krobel
Direção de Arte: Gustavo Costi, Sava Schpatoff

Direção de Arte Digital: Bruno Real
Redação: Marcelo Russo, Felippe Motta
Produção Gráfica: Fabiano Proença, Letícia Novaes
Atendimento: Gabriela May, Juarez Salvador, Lisene Geisel
Aprovação (cliente): Carlos Alves, Carlos Miguel

HSBC ATM INTERFACE

Ficha Técnica ATM:

Cliente: HSBC Bank Brasil
Produto: Otimização de Ofertas na ATM
Agência: RMG Connect Curitiba
Direção de Criação: Mario D’Andrea, Fabio Miraglia
Direção de Inteligência de Marketing: Suzanne Frutos de Melo
Supervisão de Criação Digital: Flavio Vidigal
Direção de Arte Digital: Peewee Silva
Redação: Bruno Leite
Estatística: Andriella Jack
Atendimento: Gabriela May, Suzanne Frutos de Melo e Tatiana Kawano
Aprovação (cliente): Anizor Oliveira, Marcelo Villela, Claudia Freire e Fábio Natsumeda

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Flavio Vidigal é Jurado do Anuário do Clube de Criação do Paraná na cadegoria Digital

April 27th, 2009

Indicado pela organização do evento, Flávio Vidigal, diretor de Criação Digital vai julgar as peças enviadas por agências de todo estado do Paraná, com a ajuda de mais 3 nomes do mercado ( Juarez Zaleski - Midia Digital, Jimmy Nigoski - Master e Fabiano Cruz - Opus Múltipla ) classificarão as melhores peças e premiarão com ouro prata e bronze as finalistas

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JWT cria campanha para brinquedo educativo da Positivo Informática

October 27th, 2008

A JWT criou uma divertida campanha para a série Bichos da Floresta, lançamento da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática. A série é composta por pelúcias com chave de acesso a um portal de atividades na internet e explora o conceito de edutainment (educação e entretenimento).

A campanha é composta por três filmes e peças de mídia online. Os comercias de 30’ “Girafa”, “Leão” e “Elefante” lembram documentários e contam histórias de animais que dão maus exemplos de comportamento para a criança. O comercial “Leão”, por exemplo, mostra alguns machos deitados de barriga para cima, descansando enquanto a voz do locutor explica que, enquanto eles dormem, as leoas se arriscam atrás de alimentos. O locutor finaliza contando sobre o lançamento: “Finalmente bichos que dão bons exemplos para os seus filhos. Chegaram os Bichos da Floresta”.

Os filmes serão veiculados nacionalmente no próximo final de semana no canal fechado da Discovery Kids. As peças online foram criadas pela RMG Connect e serão veiculadas no site do canal: www.discoberykidsbrasil.com.

Sobre o Bichos da Floresta

Bichos da Floresta une o concreto ao virtual, dentro de um conceito que equilibra diversão e aprendizado e atende às aspirações das crianças da geração 100% conectada. A coleção é composta por cinco bichos de pelúcia (um urso, um elefante, um macaco, uma girafa e um leão) acompanhados, cada um, por uma chave de acesso ao Portal www.bichosdafloresta.com.br . O portal foi desenvolvido pela equipe de educadores da Positivo Informática e tem brincadeiras e atividades que estimulam o aprendizado de crianças de 3 a 6 anos e promovem uma diversão saudável e sem os riscos da navegação alheatória pela web.

Bichos da Floresta é o primeiro brinquedo educativo da Positivo Informática, mas a experiência da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática em edutainment (educação e entretenimento) já tem quase vinte anos, com a oferta de softwares e de conteúdos para internet .

Off-Line

Redação: Rafael Mattioli
Diretor de Arte: Sergio Takahata
Direção de Criação: Mario D´Andrea e Fabio Miraglia
RTV: Renata Soares, Daniele Alvim e Ana Carolina Gianisella Oliveira
Produtora de áudio: Jamute Áudio
Produtora de vídeo: Deiró Filmes
Diretor de Cena: Gustavo Brandau
Diretor de Fotografia: Grimaldi
Pós-produção: Deiró
Atendimento: Gabriela May, Danielle Béllio e Cristiane Bittar
Mídia: Anita Bardeli e Angela Pepplow
Aprovação: Wagner Rover

Digital

Dir. de Criação: Jean Boechat, Fabio Miraglia, Flavio Vidigal
Dir. de Arte: Bruno Real
Redator: Luciane Krobel e Bruno Leite
Atendimento: Juarez Salvador e Fernanda Zaruch
Aprovação: Wagner Rover

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O que um Diretor de Criação Digital precisa saber na hora de propor uma campanha on-line tirando bom proveito da mídia interativa?

October 10th, 2008

O criativo focado em campanhas digitais, precisa realmente de algumas expertises que nem sempre estão inclusas no profissional off-line, ele precisa ter uma multidisciplinaridade totalmente renovável, acompanhando sempre tendências que envolvem; mundo tecnológico, tendências de estética, geopolítica e principalmente o universo digital, ou seja, ficar atento as inovações deste meio.

Somente assim, teremos bagagem suficiente para assimilar as necessidades do consumidor, usuário, colaborador, receptor, emissor e tudo que aquelas pessoas que costumam ter uma “vida digital” possam vir a ser neste ambiente.

Podemos ir além, podemos criar novas necessidades para este meio.

Separar o mundo virtual do mundo real é ser um erro cometido por muitos. Não podemos jogar tendências de comportamento desenvolvidas durante toda uma história no lixo.

Precisamos reciclá-las, compor com traços comportamentais contemporâneos e vislumbrar as atitudes tomadas sem medo de errar, afinal; Quem erra primeiro, acerta primeiro.

Ao analisarmos o comportamento de uma pessoa no mundo físico, podemos tirar muitas duvidas de como ela se comportaria no ambiente digital, ou seja, se compararmos a situação onde um individuo precisa entender uma mensagem de forma rápida, seja no transito ou andando em um shopping, ou navegando em um site, ou retirando dinheiro em um caixa eletrônico, o problema esta em transmitir mensagens prioritárias.

Então nos aproveitamos de situações e estudos já realizados, como por exemplo: a função de um outdoor. Ninguém descreve um produto complexo nesta mídia, pra isso temos o folder. O mesmo acontece com um banner de internet, que hoje se transformou em uma paisagem de sites, ninguém ou muito poucas pessoas clicam em banners, não precisamos induzir ao click e sim informar o suficiente sobre aquele produto/serviço.

Porém, as pessoas recriaram, adaptaram alguns hábitos e outros novos surgiram. Todo esse emaranhado comportamental deve ser levado em consideração na hora de se “pensar digital

Flavio Vidigal
Diretor de Criação Digital
RMG/JWT Curtiba

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Campanha on-line “Eu, meu Filho e o Furacão”

July 25th, 2008

Flavio Vidigal cria na Midiaweb campanha on-line para o Clube Atlético Paranaense. A ação envolve na temática os teatros de marionetes de rua e tem como base a colaboração de conteúdo na intenção de aproximar os sócios dos benefícios de ser “Sócio-Furacão”.

Briefing

Criar uma campanha que envolva: interação do sócio, relação com a marca e demonstre a preocupação do CAP nas principais datas comemorativas do ano. O cliente não queria algo muito sentimental e nem forçado, pediu algo mais “simpático” e agradável.

A sugestão dada pela equipe de Marketing do Atlético-PR, foi que os Pais deveriam contar uma história que envolvesse o CAP eles e seus filhos, onde a melhor dissertação ganharia os prêmios determinados.

Delimitação

Após a busca pela frase que extrairia o conceito da campanha encontramos: “Pai, filho e o CAP, qual a sua história?”

Brainstorming

Na busca pela identidade da campanha, optamos por um tom mais cômico nas idéias, pois era exigência do cliente que a campanha não fosse “piegas” demais.

A decisão foi que a história mais engraçada fosse selecionada para o grande prêmio.

Contar historias, falar em público. Logo chegamos ao conceito de apresentação humorística, teatral, mas como dar o tom cômico?

Knowledge e Insight

Procurando referências deste tipo no you tube, Google e sites especializados. Encontrei um vídeo relacionado a um teatro de marionetes. “Em meio a risadas, eu disse: “Essa é nossa linguagem”

Dia dos Pais CAP referências

Solução

Toda linha gráfica da campanha foi embasada nestas referências e o discurso textual focado nos argumentos do briefing e na delimitação.

Dia dos Pais CAP

Equipe Midiaweb Dia dos Pais CAP

Diretor de Criação: Flavio Vidigal
Designer: André Poli
Redatora: Elisa Ribeiro
Flash: Everton Nunes
CSS: Renato Gaspar

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Diretor de criação digital da Midiaweb ministra oficina web do CCPR

July 11th, 2008

O diretor de criação da Midiaweb, Flávio Vidigal, irá participar da Oficina 4×4 de Web promovida pelo Clube de Criação do Paraná. A oportunidade surgiu devido à procura do CCPR por um profissional qualificado em criação digital.

A oficina será realizada nos dias 19 e 26 de julho, reunindo conteúdos atuais e exercícios práticos.

Flávio irá abordar, além das metodologias básicas de design, a evolução do design na internet, ressaltando o fenômeno web 2.0 e as tendências da web. Unindo teoria e prática, serão apresentados diferentes cases com o passo a passo do processo de criação.

A oficina também disponibilizará outros módulos: planejamento web, com Fabiano Cruz; mídia online, com Eduardo Kiss; tecnologias e tendências, com Ricardo Cabianca.

As inscrições já estão abertas e custam R$ 220,00. Os sócios do Clube têm 50% de desconto.

Informações pelo telefone (41) 3252-9937 ou pelo e-mail ccpr@ccpr.org.br

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Midiaweb publica novo site para assinantes do Estadão

June 13th, 2008

No início desse mês a Midiaweb Inteligência Interativa colocou no ar o canal de relacionamento para assinantes do JornalO Estado de São Paulo”. O site conta com áreas destinadas a promoções, descontos e produtos promocionais, dentre outros benefícios oferecidos pelo Jornal.

O Estado de São Paulo - Portal do Assinante

A Agência atuou desde a re-estruturação na Arquitetura do site até a re-adequação do design para a nova identidade do canal, passando por novos desenvolvimentos tecnológicos e re-montagem css.

O site nasce na intenção de ser ampliado, na medida que as ações de relacionamento forem se modificando; busca também, uma atmosfera que segure o assinante na base, de forma a fidelizar o uso dos benefícios e conseqüentemente o próprio usuário.

Os próximos passos contam com ações on-line e a manutenção das campanhas existentes, as quais a Midiaweb já tem realizado periodicamente há 2 anos.

Direção de Criação: Flavio Vidigal
Direção de Conteúdo: Caroline Veiga
Design: Maura Ritt, João Paulo Teixeira e Tayron Fejó
Flash: Tayron Feijó
Coordenação de Montagem: Allan Campos
Coordenação de Desenvolvimento: André Arruda
Gestão de Projeto e Atendimento: Daniela Gumiero
Aprovação: Alessandra Silva

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Design, desígnio, designar… Dar Significado.

June 4th, 2008

Pode o design ser alavancador de atributos sociais e culturais indicando pensamento intelectual, onde idéias são reveladas através de ícones cognitivos que visam o bem estar, a funcionalidade ou simplesmente comunicar um determinado conceito?

Transmitir pensamento e contribuir com a produção cultural da humanidade é um dos princípios fundamentais do design, desde os primórdios da sociedade moderna via-se na figura do projetista, uma pessoa que previa situações incômodas e tentava resolve-las agregando a esta solução seu conceito e sua forma ideológica de ver o mundo.

Dar significado conceitual às suas peças gráficas, torna o projeto mais singular e especial para quem o absorve. O conceito semântico implica em dar um significado real a determinado símbolo, já o conceito estético, demonstra valores visuais reais como: cores, formas, alinhamento, imagens etc.

No entanto conceito demais sem função, pode ser prejudicial à abstração da peça criada, ou seja, pode torna-la uma obra de arte ao invés de algo funcional, útil. Esse cuidado deve ser tomado pelos designers, afinal design é mercadológico e não algo para ser exposto em uma galeria. Design faz parte do cotidiano das pessoas. No meio em que estão inseridas.

Sendo assim, vivemos um momento diferente para cada projeto, cada cliente. Pensando sempre na originalidade. Você já se perguntou alguma vez? “Como resumir esse briefing em uma só frase?”

Este exercício pode criar um conceito, e desse conceito o norte a ser seguido por todo projeto. Muitas coisas tem apenas um conceito, mas você pode muda-los, criar novos etc.

O papel do designer se torna mais interessante, ao olhar para coisas complexas e conseguir extrair o mínimo necessário para que se entenda algo sobre determinado produto,serviço ou marca.

Pense nisso!!!

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